A obra investiga as transformações da ação política na contemporaneidade, argumentando que a política deixou de ser apenas discurso e representação para operar por meio de máquinas, dispositivos e tecnologias de governo. Dialogando com Hannah Arendt, Michel Foucault, Bruno Latour, Achille Mbembe e Beatriz Nascimento, o livro percorre a crítica à modernidade, a biopolítica, a governamentalidade e o papel dos algoritmos na produção de subjetividades. Inclui perspectiva contracolonial e analisa como a governamentalidade algorítmica congela processos de subjetivação e elimina esferas de debate coletivo.