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Em Busca do Menino Contente - Livraria da Vila
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Em Busca do Menino Contente

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Uma história sobre ir ao mundo, perder-se e reencontrar-se. Livro ilustrado que deslumbra e emociona, Em Busca do Menino Contente foi criado nas fronteiras entre o Ocidente e o Oriente por João Xu, e trata da importância de se recuperar e preservar as curiosidades da infância. Estreia mundial do artista, que nasceu em Macau, em 1981, e reside em Lisboa. Com a sua biografia, desenha um mesmo arco transcultural com que se constrói o seu livro: uma narrativa feita de imagens que ecoam uma mescla pessoal de Oriente e Ocidente, e que reflete sobre essa experiência universal que é crescer. Desbravado por entre luzes e incensos, Em Busca do Menino Contente é a primeira aventura de João Xu em texto-ilustração. Uma edição original das Edições Barbatana. Saiba mais sobre o livro “É possível reencontrar o encantamento da infância na vida adulta? Em Em Busca do Menino Contente, obra de João Xu, conhecemos um jovem que, ao crescer, passa a buscar novamente pelo encantamento que vivenciou nas memórias da infância, em uma jornada para se reencontrar no mundo. Ainda na infância, quando vemos o mundo com um olhar menos enviesado, é mais fácil enxergar as diferentes possibilidades que a vida apresenta. Com o passar do tempo, em busca de tantas conquistas e aquisições da vida adulta, deixamos de ver ‘a gota, a pedra, o charco, a semente’, vemos bosque somente, como diz a obra. E aí, em uma tentativa de recuperar esse olhar presente e imaginativo da infância, o jovem começa uma procura que se baseia, inicialmente, na memória infantil. Afinal, quantas vezes não temos saudades daquela empolgação, seja para uma viagem, um passeio ou uma nova experiência que sentíamos quando éramos crianças e tudo era novo? Já mais velhos, depois de tantas vivências, essa animação pode ser mais difícil de ser encontrada novamente, uma vez que já vimos e experienciamos tanto, treinando nosso olhar para padrões específicos. Mas a memória infantil não é um campo que pode ser resgatado e revivido fielmente. Essa vivência já passou, e agora surge com novas idealizações e modificações da mente. Para se reconectar com o menino que foi, o jovem precisa aprender a ser rio, nuvem e flor no presente. Mas como assim? ‘Olhei nuvem’; ‘Parei montanha’; ‘Senti rio’. De forma poética e brincando com os verbos e conectivos, o texto da obra nos relembra que aquilo que buscamos no mundo também já existe em nós, em uma unificação da natureza que também atravessa a essência de cada um. Como, então, ol