Um livro sobre eros. Sobre reconhecer-se no outro.
“as
fotografias de Igor sempre me seduziram porque elas têm enorme parcela
de uma incerteza convicta. assim como sua vida, seu trabalho é um amontoadode emoções que fluem, vertem, jorram, sem verbalização, sem planejamentosherméticos, sem objetivos imutáveis, sem boicote. a sensação é de algovibrantemente honesto. Igor é dessas pessoas permanentemente em dúvida,mas raramente apressadas por respostas. Igor abraça o acaso, a dúvida e orisco de falhar com doçura assim são as suas obras: generosas com asincertezas da vida e do pensamento.”