Èsù, o ser mais utópico e notável que pude conhecer e sentir sobre e entre o planeta Terra e tantos outros Universos que estive. Ele está em qualquer coisa que possa ou não existir. Inevitável, vivo e plural, é o oráculo das possibilidades de tudo. Èsù matou um pássaro ontem com a pedra que arremessou hoje por trás dos seus ombros, com os olhos de águia semiabertos. O corpo, coberto com seu próprio sangue em luto ao pássaro repousou por milênios.