“Esta sétima edição relata os avanços no Direito Comparado e Internacional de Proteção do Consumidor, inclusive no Banco Mundial, e faz um diagnóstico das novas leis e de nossos tempos difíceis em matéria de proteção dos vulneráveis no Brasil;
Ainda não há nada a festejar em um ano que promete ser político, talvez por isso é importante manter os estudos sobre as conquistas consolidadas na origem constitucional de nosso direito do consumidor e insistir nas teses de renovação da teoria contratual e do diálogo das fontes, sempre a favor do consumidor;
Como afirmamos anteriormente, o consumidor é agente de nossos tempos, daí que é cada vez mais simbólico de nosso estágio de desenvolvimento o standard de boa-fé e lealdade que a relação de consumo, entre fornecedores e consumidor, alcança.”